Cinco situações comuns que valem uma consulta com o ginecologista

A primeira ida ao ginecologista deve ocorrer logo após a primeira menstruação, idade que varia de uma menina para a outra. Depois deste marco, as mulheres devem se consultar na especialidade pelo menos uma vez por ano para realizar exames de rotina. No caso das sexualmente ativas, o papanicolau é indispensável, porque ajuda a identificar precocemente alterações no útero que, se não forem, tratadas podem levar ao surgimento de câncer.

Além da prevenção, algumas situações comuns são motivos relevantes para a mulher procurar o ginecologista. São elas:

Menstruação atrasada há mais de dois meses e teste de gravidez negativo é um possível indicativo de problemas no aparelho reprodutivo, como ovários policísticos ou endometriose. Algumas vezes, a alteração é provocada por estresse, desequilíbrios hormonais ou na tireoide.

Corrimento amarelo, esverdeado ou com mau cheiro pode ser sinal de candidíase ou doenças mais sérias como gonorreia ou clamídia. Além destes sintomas, é frequente ter coceira na vagina e dor ao urinar.

Dor durante a relação sexual está relacionada com a falta de lubrificação da vagina ou diminuição da libido. Isso também ocorre quando há uma infecção vaginal em curso ou durante a menopausa e/ou pós-parto.

Sangramentos fora do período menstrual não indicam necessariamente problemas de saúde graves. Podem ocorrer até mesmo depois de um exame ginecológico de rotina, como o papanicolau. Mas há casos em que são sintomas da presença de pólipos no útero ou de gravidez.

Sentir dor ao urinar não é normal e certamente é um sinal de alerta do corpo. Costuma ser um dos principais sintomas de infecção urinária. Nesses casos, o ginecologista irá pedir exames e recomendar o uso de um antibiótico.

(Com informações do portal Tua Saúde)

Fonte: Politicadistrital / AgenciaBrasilia / metropoles
Author: Paula Filizola

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