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Cidades

Policial civil que matou namorado da ex, no DF, insistia em reatar relacionamento, diz delegado


Professor de educação física foi assassinado no sábado, em Vicente Pires. Casal estava separado há quase 12 meses.

Ele foi morto na região de Vicente Pires pelo policial civil de Goiás, Raimundo Anderson Cunha Amorim.

Thiago era namorado da ex-esposa do policial. Segundo a investigação, Amorim tentava reatar o relacionamento. O casal, que ficou junto por 11 anos, terminou o casamento no começo do ano.

AoG1, o delegado adjunto da 38ª Delegacia de Vicente Pires, Eder Charneski, afirmou que a ex-companheira do policial relatou ter sido procurada com frequência pelo agente.

“Ele não aceitava a separação e insistia [em reatar]”, afirma o delegado.

Amorim, que tirou a própria vida depois de assassinar Thiago Garcia Henrique, sabia que a ex-esposa estava em um outro relacionamento. Mas, segundo depoimento da mulher à polícia ” nunca tinha feito ameaças”.

“Ela mesma afirma que nunca tinha sofrido ameaça, nem violência antes”, contou o delegado.

Mulher tentou defender o namorado

Condomínio Esperança, em Vicente Pires, no DF, onde houve assassinato — Foto: Reprodução/TV Globo

Condomínio Esperança, em Vicente Pires, no DF, onde houve assassinato — Foto: Reprodução/TV Globo

Condomínio Esperança, em Vicente Pires, no DF, onde houve assassinato — Foto: Reprodução/TV Globo

De acordo com a investigação, o policial civil Raimundo Anderson Cunha Amorim entrou na casa da ex-esposa por vota das 22h de sábado. O local é a residência dos pais da mulher, com quem ela mora desde a separação.

No momento do crime, só ela e o namorado estavam na casa. A apuração apontou que não havia porteiro no momento em que Amorim chegou no condomínio.

“Acreditamos que ele aproveitou o momento da entrada de um morador para passar pelo portão”, disse o delegado.

O policial civil entrou na casa pela janela do quarto da ex-companheira. De acordo com a polícia, ela se colocou na frente do namorado para tentar impedir o crime, mas ele a empurrou.

Logo após atirar contra Thiago, Amorim usou a arma para cometer suicídio. A Polícia Civil afirmou que ainda não identificou se a pistola usada no crime era da corporação e descarta a possibilidade do homem ter chegado na casa armado para matar a ex-esposa.

Nas redes sociais, amigos de Thiago lamentam a morte. “A sua ausência nos causa profunda tristeza, mas relembrar as alegrias que você gerou entre nós”, escreveu um dos amigos. O jovem trabalhava como personal trainer em uma academia, em Taguatinga.

O Sindicado dos Policiais Civis do Goiás divulgou uma nota comentando o caso. “Lamentamos profundamente a tragédia e nos solidarizamos com a família e amigos do policial nesse momento”, diz trecho do comunicado.

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

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