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Uefa bane Manchester City de competições europeias por dois anos


Entidade anuncia punição ao clube inglês por problemas com o Fair Play Financeiro. Clube ainda será multado por € 30 milhões, mas pode recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte

revista alemã “Der Spiegel”, em novembro de 2018. A punição deve ser cumprida nas temporadas 2020/21 e 2021/22. Portanto, a equipe, que está nas oitavas de final daatual edição, segue na competição da atual temporada.

Os emails vazados mostravam que o proprietário do City, Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, da família que governa Abu Dhabi, estava financiando o patrocínio anual de 67,5 milhões de libras da camisa, estádio e as divisões de base através da Etihad Airways, companhia aérea de seu país.

Manchester City está proibido de disputar competições europeias pelos próximos dois anos — Foto: Reprodução de Twitter

Manchester City está proibido de disputar competições europeias pelos próximos dois anos — Foto: Reprodução de Twitter

Manchester City está proibido de disputar competições europeias pelos próximos dois anos — Foto: Reprodução de Twitter

Um dos documentos sugeriu que apenas 8 milhões de libras desse patrocínio na temporada 2015/16 foram financiados diretamente pela Etihad Airways, enquanto o restante veio do veículo da empresa de Mansour para a propriedade do City, o Abu Dhabi United Group.

O processo no Organismo de Controle Financeiro (CFCB) da Uefa foi conduzido pelo jurista português José Narciso da Cunha Rodrigues, membro do Tribunal de Justiça da União Europeia.

Comentarista analisa punição da Uefa ao Manchester City

Comentarista analisa punição da Uefa ao Manchester City

Em comunicado oficial, o Manchester City se disse “decepcionado por não se surpreender” com a decisão e afirmou que vai recorrer:

O Manchester City está desapontado, mas não surpreso com a decisão do Organismo de Controle Financeiro (CFCB) da Uefa. O clube sempre antecipou a necessidade de procurar um órgão independente para considerar imparcialmente o conjunto abrangente de evidências irrefutáveis em apoio à sua posição.

Em dezembro de 2018, o Investigador Chefe da Uefa(nota da redação: Yves Leterme)previa publicamente a sanção que ele desejava impôr ao clube, mesmo que nenhuma investigação tivesse se iniciado à época. O processo falho e constantemente vazado da Uefa que ele supervisionava deixava poucas dúvidas quanto ao resultado que ele anunciaria. O clube reclamou formalmente para o Comitê Disciplinatório da Uefa, reclamação esta que foi validada por uma decisão do CAS.

Dessa forma, este é um caso iniciado pela Uefa, conduzido pela Uefa e julgado pela Uefa. Com esse processo prejudicado encerrado, o clube vai agora perseguir um julgamento imparcial o mais rápido possívele vai, portanto, em primeira instância, tomar medidas na Corte Arbitral do Esporte na primeira oportunidade“.

Atual segundo colocado do Campeonato Inglês, o Manchester City está na zona de classificação para a próxima edição daLiga dos Campeões. Com a decisão da Uefa, a tendência é que o quinto colocado da Premier League passe a fazer parte do grupo de classificados –posição ocupada hoje pelo Sheffield United.

Pep Guardiola é técnico do Manchester City — Foto: Reuters

Pep Guardiola é técnico do Manchester City — Foto: Reuters

Pep Guardiola é técnico do Manchester City — Foto: Reuters

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